20 fev Make CRM vs Pipedrive: escolha a solução feita por quem vende
⚔️ Make CRM vs Pipedrive: escolha a solução feita por quem vende
Ao buscar um CRM, muitas empresas B2B comparam opções populares como o Pipedrive com soluções mais específicas e orientadas a performance. A escolha do CRM certo impacta diretamente o controle das oportunidades, a eficiência do time e a previsibilidade de receita. Neste comparativo, você vai entender as diferenças entre o Make CRM e o Pipedrive, e por que um CRM criado por quem vive marketing e vendas pode acelerar resultados.
Visão geral: dois CRMs com propostas diferentes
O Pipedrive é conhecido pelo pipeline visual e por ser amplamente utilizado em diferentes tipos de empresas. É uma ferramenta robusta, flexível e com várias integrações. Porém, por ser genérico, muitas empresas precisam configurar diversos pontos para transformar o CRM em uma estrutura real de performance.
Já o Make CRM nasce com um foco claro: controle comercial, previsibilidade e integração com marketing. Ele foi desenvolvido dentro de uma operação que vive tráfego, geração de leads e fechamento no B2B, com foco em simplicidade e resultado.
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Controle de leads e organização do funil
Ambos oferecem pipeline visual. A diferença está no nível de controle e no quanto a operação precisa depender de disciplina manual. No Pipedrive, boa parte do acompanhamento depende de registros e atividades feitas pelo vendedor.
No Make CRM, o foco é reduzir o risco de perder oportunidades, principalmente em fluxos comuns no Brasil, como WhatsApp e atendimento rápido. Ele prioriza:
- Gestão centralizada de leads
- Histórico organizado de interações
- Status claro e acompanhamento recorrente
- Follow-ups estruturados para evitar esfriamento
Integração com marketing e tráfego
Um ponto crítico no B2B é a desconexão entre marketing e vendas. O Pipedrive permite integrações, mas normalmente depende de ferramentas adicionais, conectores e configurações para funcionar de forma completa.
O Make CRM nasce dentro da lógica da Máquina de Vendas. Isso significa que o CRM já conversa com estratégias de tráfego e geração de leads, permitindo acompanhar melhor a origem dos contatos e reduzir desperdício de mídia.
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Previsibilidade e métricas comerciais
O CRM certo não serve apenas para “organizar contatos”. Ele precisa ajudar a prever receita e identificar gargalos. No Pipedrive, relatórios e dashboards podem atender bem, mas frequentemente exigem ajustes, templates e configurações para ficar alinhado ao processo real.
No Make CRM, o objetivo é que a empresa enxergue o funil com clareza desde o início, com foco em:
- Taxa de conversão por etapa
- Performance por vendedor
- Receita prevista
- Gargalos do funil
Simplicidade operacional e adoção do time
Um dos principais motivos de CRMs falharem não é falta de recursos, e sim falta de adesão do time. Quanto mais complexo, mais o vendedor volta para o WhatsApp e para a planilha.
O Make CRM foi desenhado para ser direto, sem excesso de funções irrelevantes. O foco é: fazer o time usar e o gestor conseguir acompanhar.
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Conclusão: o CRM certo depende do seu objetivo
O Pipedrive é uma solução robusta e consolidada, mas sua proposta é ampla e exige ajustes para empresas que precisam de integração com marketing e previsibilidade comercial.
O Make CRM entrega uma abordagem mais objetiva: controle comercial, integração com tráfego e foco em performance. Para empresas B2B que querem transformar leads em receita com mais previsibilidade, ele tende a ser a escolha mais eficiente.
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